quinta-feira, 19 de abril de 2012





Porque o amor, como a morte, também existe – e da mesma forma, dissimulada. Por trás, inaparente. Mas tão poderoso que, da mesma forma que a morte – pois o amor também é uma espécie de morte (a morte da solidão, a morte do ego trancado, indivisível, furiosa e egoisticamente incomunicável) – nos desarma.





O acontecer do amor e da morte desmascaram nossa patética fragilidade.






[CaioFernandoAbreu]

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